“Nóis viemos aqui pra bebê ou pra conversá?”

A memória de Adoniran Barbosa ganha residência fixa hoje, a partir das 20h, no MIS, aquele museu que tem uma programação ótima, mas que ninguém nunca fica sabendo.

O acervo, que está nas mãos do Estado há mais de vinte anos, já passou por diversos lugares – o último, dentro do Teatro Sérgio Cardoso. Agora sob a placa "Espaço Adoniran Barbosa", uma sala no térreo do museu abriga exposição multimídia e "vitrines expositivas" (só visitando pra saber o que isso quer dizer). O grosso do material – discos, partituras, fotografias… – acaba incorporado ao acervo do lugar, escondido mas aberto a consultas.

R$ 70 mil é o orçamento declarado para o espaço, financiado pela Ambev (conglomerado dono da marca Antarctica, cerveja que já teve Adoniran como garoto-propaganda, com o bordão que dá título a este texto), que fez questão também de reformar o bar do museu.

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